
Agora venho dar a minha opinião sobre o jogo que todos deviam jogar, e que ficou naquele termo de
"é bom mas não o suficiente para prestar, podendo se dizer que é razoavelmente mauzinho, quase a roçar o agradavél"
enfim daqueles jogos que gera opniões tão diversas...
Analise
Ergheiz: God Bless the Ring
Por Zaraki no DS Grimjaw
Ergheiz é daqueles jogos que mesmo não sendo o melhor do mundo consegue criar um culto de fãs que deixa muito bom jogo para trás.
A Squaresoft não é propriamente a melhor produtora de beat´em ups(agradeço o Tobal nº1),mas este jogo conta com algo muto especial.
Tendo em atenção que quando este jogo foi anunciado para as arcadas a equipa responsavél pelo desenvolvimento era a Squaresoft a Dreamfactory e a Namco, o que criou muita expectativa no meio dos fight-games, mas quando foi lançado para as arcadas revelaram-se mais espinhos do que rosas, pois muito dos gráficos e jogabilidade ficaram aquém das expectativas.
Um pouco da historia que nos dá motivos para espancar os adversarios,
á 50 anos atrás uma arma misteriosa foi encontrada num castelo alemão, a arma ficou conhecida como Ergheiz, e foi presenteada a alguém durante um torneio, entretanto no medio oriente uma organização secreta investiga uma ruina antiga que se diz conter o poder da imortalidade, mas quando se percebe que para aceder a esse dom, é necessario encontrar a arma Ergheiz, então um torneio é organizado para que a espada possa ser recuperada.
Em Ergheiz as personagens enfrentam-se em arenas, onde se podem mover livremente, em que o objectivo óbvio é derrotar o adversário, e onde se encontram também algums items e caixas que pouco acrescentam ao combate mas dão para utiizar contra o oponente, e alguns items para recuperar energia.
Os combos não são dos mais dificeis de executar, onde a simples combinação de dois botões e a alternância entre os mesmos chegam para fazer a festa, de facto apenas existe um botão de ataque, um de "magia"(que depende da personagem), um de defesa, e um de apanhar items, além do botão de saltar, embora tecnicas mais avançadas também possam ser apreciadas, como reverter o ataque do adversario , cada personagem para além da barra de energia possui uma barra de especial,que se vai gastando conforme o uso um pressionar rapido executa uma "magia" mais fraca, um pressionar mais longo(que implica estar também sujeito ao ataque inimigo) lança uma "magia" mais forte, a barra vai enchendo, conforme o adversário nos "enche" a nós, e nós lhe damos umas festinhas.

A dificuldade encontra-se no executar de certos movimentos, em que é necessário rodar o D-pad em 360ºgraus duas vezes, ora num jogo de arena livre é dificil começarmos um circulo e ficarmos mesmo na posição exacta de onde o começamos, o que por vezes faz com que falhemos o ataque no inimigo, embora isso dependa da personagem, por exemplo o GodHand utiliza um ataque em que do mesmo local lança quatro granadas o que torna o ataque mais fácil pois não é necessário o primeiro golpe atingir, mas o Omnislash do Cloud é mais dificil de "sacar" pois o primeiro golpe tem que acertar no adversario.
As personagens são o prato forte desta refeição, para além das caras originais,
Ken "GodHand" Mishima é um tipo que tem uma pistola debaixo do antebraço, antebraço esse que tem de ser retirado para disparar,
Yoyo Yoko é uma policia que utiliza um yoyo para lutar,
Dasher Inoba é um lutador de wrestling-sumo que adora comer ramen, é o bruta montes do jogo,
Han Daehan é um lutador de Tae kwan do e estrela de cinema que possui uma perna de metal que é também um lança misseis,
Prince Doza, um lutador de Muay thai á procura de ser o melhor,
Lee Shuwen, um lutador de Kung-fu com uma mente enlouquecida,
Sasuke, um ninja com todos aqueles truques de ninja desde shurikens até kawarimi no jutsu,
Wolf Maiden, Jo uma personagem femininina que luta com dois cacetetes e que se transforma em lobo,
Koji Masuda, um explorador que é também uma das personagens do modo Dungeon,
Clair Andrews, amiga de Koji é a personagem alternativa no modo Dungeon,
Django, é uma personagem desbloqueavél, trata-se de uma especie de Leão de pelo cinzento que quando é selecionado o seu segundo fato em que o seu pelo fica avermelhado, ficamos com a impressão de que se trata de Red XIII de Final fantasy VII.
depois existem ainda as personagens de Final Fantasy 7, são elas Cloud Strife, Sephirot, Tifa Lockhart, Vicent Valentine, Yuffie Kisaragi e Zack.
Os mini-jogos dão ao jogo uma lufada de partygame, onde temos modos como,
Infinity Battle, não é nada mais nada menos do que o tão conhecido modo survival em que enfrentamos adversários consecutivamente e com apenas uma barra de energia,
Battle Panel, que consiste em virar todos os quadrados do solo para a nossa cor antes que o adversário o faça, semelhante ao conhecido Reversi,
Battle Runner, que não é mais do que uma corrida em arenas, onde podemos bater no adversário para o acalmar e ganharmos terreno,
Battle Beach, o melhor dos três, que não é mais do que três provas, em que apenas é necessario carregar em dois botoes de forma mais rapida do que o nosso adversario,
o primeiro é uma corrida simples para ver quem chega primeiro á meta,
o segundo é uma corrida que termina num deslize para alcançar uma bandeirinha no chão,
e o terceiro consiste em desviarmo-nos dos objectos para chegarmos á meta, um pouco como Track and Field, portanto.

Para além de ser um fightgame e um partygame, este jogo ainda possui um modo Rpg,
denominado de "The Forsaken Dungeon", dentro do mesmo jogo têm um Rpg que vai buscar mais a Baldur`s Gate ou Diablo do que a Final Fantasy, e inclui tudo o que um Rpg deve ter, HP, MP, ataques, magias, armaduras, armas, capacetes e poções, uma vila inteira para exploramos onde podemos comprar ou vender items e equipamento,
as masmorras têm mapas gerados aleatoriamento e visto que as nossas personagens são arqueologos basicamente o que temos de fazer é avançar pela masmorra á procura de items valiosos e a desancar inimigos e bosses,
que, e deixo já o testemunho, é um Rpg nada fácil pois os inimigos estão bastante elevados para o nosso nivél, o que se torna irritante, o save do jogo é á parte do save do modo de combate o que requer mais alguns blocos no cartão de memoria.

A nivél sonoro o jogo não se destaca muito, inclusive os efeitos sonoros que são executados ao passarmos pelas opções dos menus são um pouco irritantes.
Para os fãs de Final Fantasy este jogo é quase de culto e todos o querem ter, mas não é tarefa fácil pois este jogo nem sequer foi relançado, mas nada como tentarem o ebay.com ou um outro site de leilões, para os fãs de jogos de luta este é apenas um jogo para entreter mas que não chega para ser um jogo de competição, como Tekken ou Soulcalibur.
Para mim é um dos jogos de que mais gosto pois apesar das falhas torna-se bastante divertido, e poder jogar com Sephirot e companhia é sempre uma mais valia.
Graficos: 8/10
Jogabilidade: 7.2/10
Som: 6.5/10
Longevidade: 8.1/10
Valor: 9.3/10
Nota de apreciação: 7.9/10
façam o que fizerem têm que o ter, ou pelo menos experimentar.
Olhó link para o trailer Japonoca
http://www.gametrailers.com/player/usermovies/58735.htmlpara mais analises
http://www.gamespot.com/e
http://www.ign.com/Não esqueçam de ver a 1ªedição da revista